PAZ E BEM

O que temer? Nada.
A quem temer? Ninguém.
Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes privilégios:
onipotência sem poder;
embriaguez, sem vinho e vida sem morte.
São Francisco de Assis

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

CICLO DO NATAL




Ciclo do Natal - O Ciclo do Natal começa com o Advento, inclui o Natal propriamente dito, passa pela Epifania e termina no dia 10 de janeiro, na festa do batismo de Jesus.

Advento: é o ponto de partida e de chegada do Ano Litúrgico. É o tempo de expectativa diante do Cristo que irá nascer. A espiritualidade está focalizada na Esperança e Purificação da Vida. O ensinamento da Igreja Católica está direcionado para o anúncio da vinda do Messias e lembra a espera da humanidade, escrava do pecado, pelo libertador. A cor predominante é a Roxa mas recomenda-se a rosa no III domingo do advento. A cor rosada no altar, na mesa da palavra e nas vestes litúrgicas lembra-nos uma espera alegre, enche nossos corações de esperança e nos ajuda a distinguir do tempo quaresmal, marcado pelo roxo de penitência. O tempo do Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina no dia 24 de Dezembro, desembocando na comemoração do nascimento de Cristo. É um tempo de festa, mas de alegria moderada.

Natal: lembra o nascimento de Jesus em Belém, em que celebramos a humanidade do nosso Deus e festejamos a Salvação que entra definitivamente em nossa história. Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem.
Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo é comemorado no dia 25 de dezembro. A cor utilizada é a branca ou amarela. O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da aparição divina, em que se comemora o Batismo de Jesus. No ciclo do Natal são celebradas as festas da Sagrada Família, de Maria, mãe de Jesus e do Batismo de Jesus.

domingo, 5 de dezembro de 2010

IMENSO DOM CELEBRA A CEIA NATALINA

O Imenso Dom celebrou na noite de ontem, dia 04 de dezembro de 2010, no salão paroquial da igreja de nossa Senhora de Fátima, na cidade de Araguari-MG, a Ceia Natalina 2010, da Família SAV (Serviço de Animação Vocacional).




A Ceia Natalina desde ano teve dois momentos: _ O primeiro momento foi para o aprofundamento da mística cristã-franciscana. Cantamos, rezamos, partilhamos um texto da Fontes Franciscanas e Clarianas, onde se expressa a maneira como São Francisco de Assis celebrava o Natal do Menino Jesus.




O segundo momento foi dedicado para a confraternização. As pessoas que integram o SAV e lógico, os membros do Imenso Dom, degustaram um belo e saboroso strogonoff, como prato principal, uma belíssima mesa de frutas, além das bebidas e por fim, se fartaram também com um gostoso bolo.


Ainda neste ano, não perca em nosso blog, o Imenso Dom estará revelando as datas de suas próximas atividades e as ações a serem realizadas em 2011.

Tenham sempre o espírito de Natal do Menino Jesus!

Que São Francisco de Assis interceda por nós!

AVALIAÇÃO



O Imenso Dom reuniu-se na tarde do dia 30/11 para avaliar a sua caminhada no ano de 2010 e também e também para ensaiar os cantos que serão cantados na Ceia Natalina do SAV (Serviço de Animação Vocacional).
A Ceia Natalina do SAV acontecerá no dia 04/12 às 20:00 horas, no salão paroquial da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Araguari-MG.
Fiquem bem atentos, pois, na próxima semana o Imenso Dom divulgará oficialmente sua agenda para o ano de 2011.
Fique ligado!!!
VENHA PARTICIPAR DE NOSSAS AÇÕES!!!!
Um Santo Advento...
Até lá...
PAZ E BEM

domingo, 21 de novembro de 2010

IMENSO DOM: CANTANDO A VIDA


Na tarde deste domingo, dia 21/11/2010, a Coordenação do Imenso dom se reuniu para avaliar sua caminhada evangelizadora deste ano que está terminando e também, já planejar suas ações para o ano de 2011.
A reunião ocorreu na Casa Religiosa Franciscana de Araguari e contou com a participação de Frei Elpídio Júnior, ofm, Coordenador Geral do SAV e mais: Mirna Gertrudes, Claudia Maria, Neucinéa Fiuza e sua filha Isabella.
O Imenso Dom agora irá se reunir no próximo dia 28/11, às 15:00, no salão paroquial da Igreja de Fátima, em Araguari-MG.
Aguardem as próxima e belas notícias do Imenso Dom, pois, em 2011, muitas maravilhas o Imenso Dom vai realizar...
Paz e bem!!!
Frei Elpídio Júnior, ofm.

sábado, 19 de junho de 2010

Cantando a vida


O Imenso Dom, canta a vida... mais bonito o canto fica louvando e bendizendo ao Senhor quando usamos instrumentos por nós criados, sempre respeitando a natureza, cuidando do meio ambiente.
Nada mais significativo que as palavras de São Francisco: Louvai e bendizei ao meu Senhor, e dai-lhe graças, e servi-o com grande humildade.
com a reciclagem, a construção do pau de chuva

fabricando os caxixis


no reaproveitamento de cabaças a construção de caxixis - intrumentos a ser utilizados em várias musicas...

Construção dos Instrumentos


Junto a Natureza a construção dos instrumentos musicais com responsabilidade e respeito ao meio ambiente.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

a volta as origens


Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.

O Irmão Sol


Louvado sejas, meu Senhor com todas as tuas criaturas, especialmente o senhor irmão Sol, que clareia o dia e com sua luz nos alumia. E ele é belo e radiante com grande esplendor: De ti, Altíssimo, é a imagem.
Este momento representa o encontro com a Luz... o calor do Sol...e a certeza de apesar das sombras a Luz sempre prevalece...

Louvado sejas, meu Senhor, Pelo irmão Vento, Pelo ar, ou nublado ou sereno, e todo o tempo, Pelo qual às tuas criaturas dás sustento.
Sentir o ar entrando nos pulmões, oxigenando o sangue, renovando a vida....

O Irmão Ar


O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.

domingo, 13 de junho de 2010

Irmã Agua - Fonte de Vida


Louvado sejas, meu Senhor pela irmã Água, que é muito útil e humilde e preciosa e casta.
Nesse momento ouvir a água corrente, fonte de vida... e numa repetição do gesto do batismo, renascer pra uma vida de maior harmonia

Ao Encontro da Irmã a Água


A Carta do Indio diz:
Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.

Caminhando para os demais momentos


Em cada caminhada um encontro...
Ao encontro da Irmã Água, do Irmão Ar e do Irmão Sol...

O reconhecimento

Da Terra eu vim.... Da Terra eu sou - uma dinâmica de reconhecimento do valor da terra na criação... simbolizada no jardim de flores

Junto a mãe terra, um momento de reflexão


Mirma e a Carta do Indio: Um trecho da tão bela carta.
- ". Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem - todos pertencem à mesma família."

Encontro do Dia 06/06/2010 - Uma parceria - Imenso Dom e Arte e Liderança Juvenil

Um encontro com a Mãe Terra, da terra eu vim, da terra eu sou. “O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo.”

domingo, 23 de maio de 2010

PETENCOSTES

.“A paz esteja convosco”. Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado e continuou: “Recebei o Espírito Santo...” (Jo 20,21-22) O salmo 104, versículo 30, diz: “Se enviais o vosso sopro, Senhor, eles revivem e renovais a face da terra”. O salmista já previa o Pentecostes e já sentia os seus efeitos. É latente a correlação entre o Antigo e o Novo Testamento! Neste dia de Pentecostes, o relato do Evangelho nos mostra a presença do Cristo Ressuscitado que cria uma nova humanidade. O cristianismo nasce da força do Ressuscitado e essa presença dá uma dimensão nova ao viver em comunidade.

Para Jesus, não há barreiras: Jesus entrou. Ficou no meio deles e os saúda. É a mesma saudação de despedida: “A paz esteja convosco”. A paz, a alegria, a certeza são fundamentos dessa nova vida. A aceitação dos outros, levando até o perdão, são condições de uma nova humanidade. A recepção do dom do Espírito Santo leva as pessoas a saírem de si e a se comunicarem.
Nasce uma nova humanidade do Espírito Santo doado por Jesus Ressuscitado. Começa a era do Espírito de Jesus, que vai edificando uma nova realidade de vida, expressa na fé e no serviço. Ao doar seu Espírito aos apóstolos, Jesus concede o definitivo tempo de perdão ao povo, que prolonga sua missão.

Para compreender essa nova realidade e essa nova linguagem, é preciso viver o amor, que supera todas as divisões de raça, cor e condição social. Viver esse amor é comunicá-lo aos outros. A comunidade se alegra. E essa alegria, anúncio da vitória da vida sobre a morte, será a característica dos que lutam pelo mundo novo.

Com essa certeza, a comunidade está preparada para receber o Espírito Santo. Deus se revelou ao povo através dos patriarcas e profetas. Depois, enviou seu próprio Filho, que sofreu com o povo e pelo povo e mostrou a misericórdia do Pai.

Ressuscitado, o Filho envia o Espírito Santo, que é o amor do Pai e do Filho e que é, em outras palavras, a presença de Deus em nossas vidas. Ele está conosco. É preciso que acreditemos e que recebamos esse amor e essa misericórdia de Deus, constantemente se revelando a nós. Que nós vençamos a cegueira espiritual e possamos usufruir e levar aos irmãos esse amor tão grande que o Pai nos proporciona.

Dom Eurico dos Santos Veloso

domingo, 28 de março de 2010

TEMPO PASCAL

Tempo Pascal
A oitava da Páscoa e os Símbolos Pascais

Passados os exercícios da Quaresma, pelos quais nos preparamos para a celebração da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal, tempo de alegria e exultação pela nova vida que o Senhor nos conquistou pagando, com sua entrega na cruz, o alto preço de nosso resgate.
A cor litúrgica é branca, símbolo da pureza e da alegria (afinal, estamos limpos do pecado) e a presença do Círio Pascal é marcante como símbolo do Cristo Ressuscitado, coluna de LUZ que vai à frente do seu povo.
Nesta primeira semana do Tempo Pascal, em particular, celebramos "A OITAVA DA PÁSCOA". Como o mistério da "passagem" do Senhor pela morte é extremamente profundo, durante 8 dias celebraremos esse grande mistério como se fosse um único dia com o objetivo de viver melhor o ponto central de nossa fé: A RESSURREIÇÃO DE JESUS (no passado, esse era um tempo especial de contato com a fé para os que tinham sido batizados durante a Vigília Pascal).
Todo o tempo pascal, que se estende por 7 semanas até a Festa de Pentecostes, é marcado, não apenas nos domingos mas também durante os outros dias da semana, pelos textos de Atos dos Apóstolos e do Evangelho de São João.
São trechos que nos mostram a fé das primeiras comunidades cristãs e dos Apóstolos em Cristo Ressuscitado e nos convidam a fazer da nossa vida uma contínua páscoa seguindo fielmente os passos de Jesus, testemunhando-o corajosamente no mundo de hoje.

Os símbolos Pascais

CÍRIO PASCAL

É o símbolo mais destacado do Tempo Pascal. A palavra "círio" vem do latim "cereus", (de cera), e produto das abelhas. O círio mais importante é o que é aceso na Vigília Pascal como símbolo de Cristo - Luz -, e colocar-se-á sobre uma elegante coluna ou candelabro enfeitado, até ao Pentecostes. Ele é, já desde os primeiros séculos, um dos símbolos mais expressivos da vigília. No meio da escuridão (toda a celebração é feita de noite e começa com as luzes apagadas), de uma fogueira previamente preparada acende-se o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Ômega, a primeira e a última do alfabeto grego, para indicar que a Páscoa do Senhor Jesus, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos.
O Círio Pascal tem em sua cera incrustados cinco cravos de incenso que simbolizam as cinco chagas santas e gloriosas do Senhor da Cruz.
Além do simbolismo da luz, o Círio Pascal tem também o da oferenda, como cera que se consome em honra de Deus, espalhando sua Luz: "aceitai, Pai Santo, o sacrifício vespertino desta chama, que a santa Igreja Vos oferece na solene oferenda deste círio, trabalho das abelhas. Sabemos já o que anuncia esta coluna de fogo, ardendo em chama viva para glória de Deus... Rogamos-Vos que este Círio, consagrado ao Vosso nome, para destruir a escuridão desta noite".
O Círio Pascal ficará aceso em todas as celebrações durante as sete semanas do tempo pascal, ao lado do ambão da Palavra, até à tarde do Domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o tempo Pascal, convém que o Círio seja dignamente conservado no batistério.
O Círio Pascal também é usado durante os batismos e nas exéquias, quer dizer no princípio e o termo da vida temporal, para simbolizar que um cristão participa da luz de Cristo ao longo de todo o seu caminho terreno, como garantia de sua incorporação definitiva à Luz da vida eterna.

CORDEIRO

O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.
Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro. Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu:
"morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.

PÃO E VINHO

O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para manifestar sua presença.
Assim, o pão e o vinho, não somente simbolizam, mas realmente realiza essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.
Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, enviou dois de seus discípulos, para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro. Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. Esta foi a Última Ceia de Jesus.
A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...". O Senhor "instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura".
A Santa Missa é a Páscoa perene do cristão, onde participamos da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, neste que é o Sacrifício incruento (sem derramamento de sangue), de forma sacramental.

ÁGUA

No Sábado Santo, durante a celebração da Vigília Pascal, o sacerdote faz a benção da água batismal que será utilizada nos batismos durante o ano, mergulhando o círio pascal na água, invocando a força do Espírito Santo, havendo ou não batismos.
A aspersão do povo com a água benta, se realiza a renovação das promessas batismais. A água simboliza pureza, purificação e renovação.

Esperando pelos ritos da ordenação

domingo, 21 de março de 2010